Frida Kahlo


A arte de Frida é difícil de enquadrar em escolas ou movimentos da história da arte. Sobre essas tentativas chegou ela a declarar: “Pensaram que eu era surrealista, mas eu não pinto sonhos só pinto a realidade“

Frida nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomelite, o que a deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu múltiplas fraturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima de sua cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angústias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido Diego Rivera eram retratados em sua obra.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima de sua cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angústias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido Diego Rivera eram retratados em sua obra.

A arte de Frida é difícil de enquadrar em escolas ou movimentos da história da arte. Sobre essas tentativas chegou ela a declarar: “Pensaram que eu era surrealista, mas eu não pinto sonhos só pinto a realidade“
Jenny Saville
Nascida em Cambridge em 1970, a pintora inglesa, que faz parte do grupo Young British Artists, é mais conhecida pelos seus retratos de mulheres em grande escala. Sua pintura já foi comparada a de Lucian Freud e de Rubens. Espatuladas ao invés de pinceladas, a tinta, de forte pigmentação, dá uma impressão muito mais viva da corporalidade das formas humanas.

Desde o o início em 1992, o foco de Jenny é o corpo feminino. Seus esboços publicados e materiais de pesquisa incluem fotografias de lipoaspirações, lesões corporais, deformidades, doenças variadas e pacientes transexuais.
“Eu uso meu corpo como um adereço. É como se eu estivesse emprestando meu corpo para mim”.
Diane Arbus
É difícil passar impunemente diante de uma fotografia feita por Diane Arbus. A imagem desconcerta o olhar e permanecemos capturados pela estranha sensação que ela provoca. Suas fotos tocam no fundo da alma deixando na memória um traço, marcado como um arranhão.Nas décadas de cinquenta e sessenta, Diane Arbus, munida de uma Rolleiflex, mudou os rumos da fotografia ao buscar nas pessoas comuns das ruas de Nova York os seus modelos. Apesar de pertencer a uma família da alta burguesia e de ser fotógrafa de moda, Arbus optou por fazer de sua arte fotos despojadas de qualquer glamour. Os retratos são sempre em preto e branco. Percebe-se que seus modelos posam estáticos para ela, o olhar fixo na câmera. O que se vê são pessoas cruamente expostas em sua precária condição humana, fortemente marcadas por um traço, ou vários, que as insere num grupo específico, como imigrantes, travestis, velhos, nudistas, mascarados, atores, “freeks”, etc. Com isso Arbus abre um curioso diálogo entre aparência e identidade, ilusão e crença, teatro e realidade.

"Para mim o sujeito de uma fotografia é sempre mais importante que a fotografia. E mais complicado..."
*Passível conexão – Cindy Sherman.
Nenhum comentário:
Postar um comentário