domingo, 15 de novembro de 2009

Referências de Aloísio Melo, por Adriano Carvalho



As referências do meu colega Aloísio são:
- Manabu Yamanaka;
- Odilon Redon;
- Diane Arbus.

MANABU YAMANAKA

O artista japonês registrou imagens da decadência do corpo humano através de fotografias.
















ODILON REDON

Representante francês do momento simbolista da arte (Bordeaux, 1840-1916, Paris).
















DIANE ARBUS

Fotógrafa norte-americana. Retratava essencialmente pessoas à margem da sociedade e pessoas comuns em poses e expressões enigmáticas.






















E AGORA TRABALHOS DO PRÓPRIO ALOÍSIO...

Os artistas acima foram as referências para o Aloísio em seus projetos nas disciplinas Ateliê 1 e Ateliê 2. Abaixo uma amostra dos trabalhos produzidos enquanto ele cursava as já citadas disciplinas.





























sábado, 14 de novembro de 2009

Referências de Bárbara, por Mônica

Bárbara citou artistas e seus interesses por eles:
Andy Warhol - cores
Camille Claudel - esculturas
Tarsila do Amaral - cores
Hélio Oiticica - parangolés
Yoko Ono - Árvore dos desejos

Andy Warhol

Artista metalinguagem: por seus múltiplos serigráficos de ícones tornou-se um deles, o ícone do Pop Art.


Desconexão progressiva



Se Andy Warhol explorou ao máximo as questões dos valores voltados ao sonho do sucesso e glamour, onde no futuro, segundo ele, todos teriam os seus quinze minutos de fama, o artista chinês Zhang Peng, de 28 anos, por sua vez, cria imagens desconcertantes do glamour.
Numa época onde os questionamentos morais pululam nos noticiários a incomodar profundamente, Peng explora de forma cruel, com intenso jogo de cores, essas mesmas questões, o glamour revisitado.
Veja mais:
http://www.zhangpengart.com/photohraphy/2007/2007.html


Camille Claudel

Grande escultora, cuja dramática vida pessoal ofuscou seu trabalho.





Reconexões contínuas




Vejo a dramaticidade na escultura da "fêmea ciborgue" do jovem artista chinês Fan Xiaoyan, que segundo o New York Times, "nos compele a contemplar a importância da mulher na sociedade chinesa".. .
(http://globespotters.blogs.nytimes.com/2009/04/14/on-display-at-the-china-international-gallery-exposition-contemporary-art/#more-1183)
Mais de Fan:
http://www.artnet.com/Artists/ArtistHomePage.aspx?artist_id=425932417&page_tab=Artworks


Tarsila do Amaral


Filha de fazendeiro milionário, pode estudar arte e ser destaque no Movimento Modernista. Esse trabalho chama-se A Cuca, de 1924 e encontra-se no Museu de Grenoble, na França.

Desconexões avançadas




Talvez uma "Cuca" contemporânea, do ilustrador japonês Ryohei Hase, ele tem "Cucas" ótimas...

Sobre Tarsila:
http://www.tarsiladoamaral.com.br/index_frame.htm

Mais de Hase:
http://ryoheihase.com/


Helio Oiticica











Conexões harmônicas



Exposição de Lygia Clark na Pinacoteca de São Paulo em 2006, onde fomos numa caravana do Ida, muuuuito legal.

Além da Lygia Clark não me ocorreu outro artista que tivesse a mesma amplitude de proposta.
Alguém tem alguém?


Yoko Ono


A Árvore dos Desejos no RU, foto do UnB Agência.

http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2358


Yoko Ono tem trajetória conceitual e sempre à favor da paz. Seu conterrâneo contemporâneo Makoto Aida, fez seu bonsai também.


Conexões estranhas



Mais de Aida:

http://www.assemblylanguage.com/images/Aida.html





terça-feira, 10 de novembro de 2009

Referências de Ana por Fernanda Paixão

Ana citou como referências três artistas que , cada qual a sua maneira, abordam a questão do feminino: Frida Kahlo, Jeanne Saville e Diane Arbus.



Frida Kahlo



Frida nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomelite, o que a deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu múltiplas fraturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima de sua cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angústias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido Diego Rivera eram retratados em sua obra.



A arte de Frida é difícil de enquadrar em escolas ou movimentos da história da arte. Sobre essas tentativas chegou ela a declarar: “Pensaram que eu era surrealista, mas eu não pinto sonhos só pinto a realidade“



Jenny Saville


Nascida em Cambridge em 1970, a pintora inglesa, que faz parte do grupo Young British Artists, é mais conhecida pelos seus retratos de mulheres em grande escala. Sua pintura já foi comparada a de Lucian Freud e de Rubens. Espatuladas ao invés de pinceladas, a tinta, de forte pigmentação, dá uma impressão muito mais viva da corporalidade das formas humanas.





Desde o o início em 1992, o foco de Jenny é o corpo feminino. Seus esboços publicados e materiais de pesquisa incluem fotografias de lipoaspirações, lesões corporais, deformidades, doenças variadas e pacientes transexuais.



“Eu uso meu corpo como um adereço. É como se eu estivesse emprestando meu corpo para mim”.



Diane Arbus




É difícil passar impunemente diante de uma fotografia feita por Diane Arbus. A imagem desconcerta o olhar e permanecemos capturados pela estranha sensação que ela provoca. Suas fotos tocam no fundo da alma deixando na memória um traço, marcado como um arranhão.Nas décadas de cinquenta e sessenta, Diane Arbus, munida de uma Rolleiflex, mudou os rumos da fotografia ao buscar nas pessoas comuns das ruas de Nova York os seus modelos. Apesar de pertencer a uma família da alta burguesia e de ser fotógrafa de moda, Arbus optou por fazer de sua arte fotos despojadas de qualquer glamour. Os retratos são sempre em preto e branco. Percebe-se que seus modelos posam estáticos para ela, o olhar fixo na câmera. O que se vê são pessoas cruamente expostas em sua precária condição humana, fortemente marcadas por um traço, ou vários, que as insere num grupo específico, como imigrantes, travestis, velhos, nudistas, mascarados, atores, “freeks”, etc. Com isso Arbus abre um curioso diálogo entre aparência e identidade, ilusão e crença, teatro e realidade.


"Para mim o sujeito de uma fotografia é sempre mais importante que a fotografia. E mais complicado..."



*Passível conexão – Cindy Sherman.