domingo, 27 de setembro de 2009

Referências de LUCIANA postadas por Aloisio

REFERÊNCIAS DE LUCIANA – por Aloisio

As referências citadas por Luciana foram: concretismo e geometria; Volpi e Mondrian; cor e elementos básicos.
Começo por um pouco de Volpi e Mondrian.

Volpi:


Mondrian:





O concretismo foi um movimento vanguardista originado na Europa, da década de 1950, tendo como expoentes Max Bill (artes plásticas), Pierre Schaeffer (música) e Vladimir Maiakovski (poesia). As características do movimento foram a busca da forma precisa e da união entre forma e o conteúdo; a ênfase na racionalidade, no raciocínio e na ciência; a abstração, no caso das artes plásticas; o uso de efeitos gráficos na poesia, aproximando-a do design; e a abordagem de temas sociais.

Max Bill:




Maiakovski:








No Brasil, a referência inicial do movimento concretista foi a revista Noigandres, fundada em 1952) pelos poetas Augusto de Campos, Décio Pignatari e Haroldo de Campos, entre outros.

Augusto de Campos:



Décio Pignarati:


Haroldo de Campos:

Nas artes plásticas, o concretismo surge, no Brasil, como um desdobramento da Semana de 22, que foi o primeiro ataque ao academicismo e à figuração tradicional. Na década de 50, houve um segundo surto modernista. Poetas e artistas plásticos buscaram voltar às “formas puras”, recorrendo à linguagem geométrica para produzir uma nova visualidade, objetiva e racionalista, baseada na matemática, com maior desprendimento da natureza.

PASSÍVEIS CONEXÕES

Minimalismo: movimento que rejeitou o subjetivismo, emocionalismo, expressividade, ilusionismo. Abstração geométrica que busca o máximo de efeito plástico com o mínimo de meios plásticos. Uma referência atual é Donald Judd:



A geometrização e simplificação está presente também na obra de Rubem Valentim:



O concretismo ainda é referência para a produção poética contemporânea: Antonio Miranda, Marcelo Sahea e Arnaldo Antunes.

Antonio Miranda:


Marcelo Sahea:


Arnaldo Antunes:

E tem esse, que eu não sei de quem é.

DESMEMBRAMENTOS

De cara, Malevitch e o Suprematismo, na origem da abstração geométrica.




Depois, o concreto e o geométrico no modernismo brasileiro...

Arnaldo Ferrari:




Milton da Costa:



E, mais contemporâneo, Raimundo Collares:





Samico: nas gravuras, a simetria, o traçado geométrico, as linhas, as texturas...


A geometria e a abstração na arte do neolítico nas Américas:

E o grafismo, cestaria e pintura corporal dos povos indígenas no Brasil de hoje.

Kadiwéu: pintura e cerâmica

Baniwa: cestaria como narrativa (27 ou 28 padrões = “sílabas”)


E a pintura corporal...



As aplicações do grafismo indígena: MODA

E aplicações muito "literais" de Mondrian...



Preferências

Preferências do colega Rodrigo
Artistas: Salvador Dali, Giotto, Van Gogh
Interesse: Pintura e Animação





Postado por Aline Ogliari em 27/09/2009