quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Referências de Júlio (por André Lins)

Áreas de interesse:
Desenho, Colagem, Ilustração.

Elder Rocha Filho nasceu em Goiânia em 1961, estudou Artes Visuais na Universidade de Brasília e fez mestrado em pintura no Chelsea College of Art em Londres, uma das mais conceituadas escolas de arte da Inglaterra. O artista mora em Brasília desde 1971, onde trabalha também como professor do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília.
Em seus trabalhos podemos notar traços que incidem sobre imagens apropriadas, retrabalhando-as. Criam novos significados. Cores e formas cortam a imagem, deslocando-a, fazendo-a perder sua identidade original. E o espectador enxerga o que antes não havia visto.





Kurt Schwitters foi um pintor, escultor e poeta alemão. O suíço Kurt Schwitters, participou do Movimento dadaísta, fundou uma agência de publicidade e desenho industrial e trabalhou para empresas como Pelikan e Philips, nos anos 1920. Mas foi na Bauhaus, a famosa escola alemã que fundiu o ensino da arte, da arquitetura e do design, que a publicidade foi reconhecida como uma disciplina, quando foi criado o ateliê de Tipografia e Publicidade, em 1925. Ele foi editor da revista dadaísta Merz. O título da publicação é uma palavra criada por ele com o significado de "obra de arte total". Para Schwitters, a arte estava em tudo, até mesmo no comércio.






Winston Smith designer do underground, porta-voz dos independentes, que tornava vivos nossos pesadelos da Guerra Fria em formas de lindas colagens visuais. Tinha uma época que somente os fãs dos Dead Kennedys conheciam o trabalho do Smith, que fez todas as capas, logos e imagens visuais da banda. Hoje, o artista já estendeu seus tentáculos para outras áreas, trabalhando em revistas mainstream (Spin) e ilustrando livros que não tratam de música. A técnica mais expressiva de sua arte é a colagem feita com manipulação de imagens, desenhos, fotos, etc.



































terça-feira, 27 de outubro de 2009

Uma associação com História em Quadrinhos e o Feminino





Por Clarissa Vargas

História em Quadrinhos referências Adriano (continua)



História em Quadrinhos referências Adriano




Preacher foi uma série regular de histórias em quadrinhos publicada pelo selo Vertigo da DC Comics. Escrita por Garth Ennis e desenhada por Steve Dillon, Preacher foi revolucionária no que diz respeito aos valores de seus protagonistas mesmo em comparação a outros quadrinhos para leitores maduros.

Preacher conta a história de Jesse Custer, um ex-pastor que foi possuído por uma entidade sobrenatural que lhe confere o poder de fazer com que qualquer pessoa o obedeça. Essa entidade (chamada Gênesis) é fugitiva do Paraíso e os anjos a procuram para prendê-la novamente. Quando descobrem que ela e Jesse Custer se tornaram um só, a objetivo passa a ser matá-lo. Para isso ressuscitam um matador do século XIX, o Santo dos Assassinos e enviam em seu encalço.

O destino faz com que Jesse venha a encontrar sua ex-namorada, Tulipa e junto dela o personagem mais excêntrico da revista, o vampiro irlandês Cassidy. Ambos passam a acompanhá-lo em sua fuga tanto da polícia quanto do Santo.

No fim do primeiro arco de histórias, Custer confronta um dos anjos e extrai dele as informações que lhe faltavam para compreender toda a situação, como o origem de Gênesis (o filho mestiço de um anjo e um demônio). Ao perguntar porque o próprio Deus não conserta a situação, o anjo conta que deus teria desistido da humanidade e abandonado o céu.

A partir desse momento, Custer decide o que fazer de sua vida. Ele toma a insólita decisão de procurar por Deus em pessoa e lhe cobrar explicações. Na busca pelo seu objetivo encontra os mais diversos obstáculos: assassinos seriais, a polícia, o próprio santo e organizações secretas como o Graal.



referências de Adriano por Clarissa Vargas


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Referências- Léo

O Léo citou como principais referências o fotógrafo Jan Saudek, os expressionistas Ernst Kirchner e Oskar Kokoschka e o russo Marc Chagall, que eu escolhi para postar e trabalhr. Entre outros interesses está o cinema, destacando-se Pasolini, Felini e Bergman, e a video-arte, principalmente Maya Deren.

  • Jan Saudek:

O fotógrafo tcheco frequentemente misturava pintura e fotografia em suas obras, usando como temática quase sempre sexo, guerra, o socialismo no fim dos anos 1960 na república tcheca e o tempo. Fotografa principalmente conhecidos e familiares.




Marc Chagall:


O pintor russo utiliza temas populistas na composição de sua obra, principalmente fábulas e temas biblícos. Seus quadros possuem um alto teor surrealista e simbolista, marcado por uma linguagem de excessos, que provém provavelmente do flerte do artista com muitos grupos modernos.



Oskar Kokoschka:


Retratista de grande destaque no movimento expressionista, pois nenhum outro dedicou-se tanto a esse tema, visando sempre a representação do lado psicológico. Dá grande importância as mãos e ao gesto. Seus traços hipersensíveis, com forma marcada pela arte nova e lineamento decorativo são marcas do seu estilo. O apego sensual as coisas e o gosto pelo indeterminado e pelo desfeito também são características dele.



Ernst Kirchner:

Kirchener é reconhecido como a personalidade mais forte do grupo alemão Die Brücke (A Ponte).Seu estilo sofreu várias alterações durante sua vida, vairando da aplicação pastosa de cores ao uso de cores puras diluídas com benzina, dando maior fluidez a sua forma plana. Suas pinceladas vigorosas e ritmadas são verdadeiro psicogramas do objeto retratado e do próprio artista que faz uso de temas como teatro e circo, na busca pelo exotismo, e a situação da mulher do demi-monde, a qual ele se sentia próxio, pelo isolamento.


















quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Referências do Pedro (por Ana Rita)

O Pedro citou os artistas Michelangelo Antonioni, Gerhard Richter e Francis Bacon.

Michelangelo Antonioni (Itália, 1912)
Observa-se em sua obra uma resistência ao neo-realismo tão presente no cinema italiano nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial. Diferentemente de seus contemporâneos, cujas obras geralmente tratavam da classe trabalhadora, o trabalho de Antonioni tinha como tema recorrente uma elite nada romantizada.
Entre os mais conhecidos está a 'trilogia da incomunicabilidade', composta por 'A Aventura' (1959); 'A noite' (1960) e 'O eclipse' (1962).









Seu primeiro filme em inglês foi 'Blow up' (1966).

Seu último filme, Eros (2004), foi ralizado juntamente com Wong Kar-Wai e Steven Soderbergh.

Francis Bacon (Dublin, Irlanda, 1909)


Seu trabalho é conhecido pela representação do seu fascínio pelo corpo humano, pelo grotesco e pela transgressão religiosa. No livro 'A brutalidade do fato' (Cosac & Naify, 1999) - uma séria de entevistas concedidas por Bacon ao amigo e crítico David Sylvester - , ele rejeita qualquer rótulo expressionista e apresenta uma idéis acerca do realismo: "penso que o nosso sentido de realismo até certo ponto mudou depois do surrealismo - bom, na verdade, depois de Freud, porque tornamo-nos mais conscientes da maneira como o realismo serve de inconsciente". E, ao ser perguntado sobre pinturas que retratam tanto horror, Bacon diz que era a única coisa que podia fazer para competir com o horror do dia a dia.






Gerhard Richter (Dresden, Alemanha, 1932)

Richter diz ver a arte como algo que deve ser separado da história da Arte, que a pintura deve centrar-se na imagem, e não referência; no visual, e não na declaração/discurso. Queria encontrar uma forma de pintura que não fosse vinculativa. Confere-se, em sua produção, o trabalho com fotografia, vitrais, pintura figurativa e abstrata.