Desenho, Colagem, Ilustração.







Preacher foi uma série regular de histórias em quadrinhos publicada pelo selo Vertigo da DC Comics. Escrita por Garth Ennis e desenhada por Steve Dillon, Preacher foi revolucionária no que diz respeito aos valores de seus protagonistas mesmo em comparação a outros quadrinhos para leitores maduros.
Preacher conta a história de Jesse Custer, um ex-pastor que foi possuído por uma entidade sobrenatural que lhe confere o poder de fazer com que qualquer pessoa o obedeça. Essa entidade (chamada Gênesis) é fugitiva do Paraíso e os anjos a procuram para prendê-la novamente. Quando descobrem que ela e Jesse Custer se tornaram um só, a objetivo passa a ser matá-lo. Para isso ressuscitam um matador do século XIX, o Santo dos Assassinos e enviam em seu encalço.
O destino faz com que Jesse venha a encontrar sua ex-namorada, Tulipa e junto dela o personagem mais excêntrico da revista, o vampiro irlandês Cassidy. Ambos passam a acompanhá-lo em sua fuga tanto da polícia quanto do Santo.
No fim do primeiro arco de histórias, Custer confronta um dos anjos e extrai dele as informações que lhe faltavam para compreender toda a situação, como o origem de Gênesis (o filho mestiço de um anjo e um demônio). Ao perguntar porque o próprio Deus não conserta a situação, o anjo conta que deus teria desistido da humanidade e abandonado o céu.
A partir desse momento, Custer decide o que fazer de sua vida. Ele toma a insólita decisão de procurar por Deus em pessoa e lhe cobrar explicações. Na busca pelo seu objetivo encontra os mais diversos obstáculos: assassinos seriais, a polícia, o próprio santo e organizações secretas como o Graal.
referências de Adriano por Clarissa Vargas


Marc Chagall:

O pintor russo utiliza temas populistas na composição de sua obra, principalmente fábulas e temas biblícos. Seus quadros possuem um alto teor surrealista e simbolista, marcado por uma linguagem de excessos, que provém provavelmente do flerte do artista com muitos grupos modernos.



Oskar Kokoschka:

Retratista de grande destaque no movimento expressionista, pois nenhum outro dedicou-se tanto a esse tema, visando sempre a representação do lado psicológico. Dá grande importância as mãos e ao gesto. Seus traços hipersensíveis, com forma marcada pela arte nova e lineamento decorativo são marcas do seu estilo. O apego sensual as coisas e o gosto pelo indeterminado e pelo desfeito também são características dele.


Ernst Kirchner:
Kirchener é reconhecido como a personalidade mais forte do grupo alemão Die Brücke (A Ponte).Seu estilo sofreu várias alterações durante sua vida, vairando da aplicação pastosa de cores ao uso de cores puras diluídas com benzina, dando maior fluidez a sua forma plana. Suas pinceladas vigorosas e ritmadas são verdadeiro psicogramas do objeto retratado e do próprio artista que faz uso de temas como teatro e circo, na busca pelo exotismo, e a situação da mulher do demi-monde, a qual ele se sentia próxio, pelo isolamento.

Seu trabalho é conhecido pela representação do seu fascínio pelo corpo humano, pelo grotesco e pela transgressão religiosa. No livro 'A brutalidade do fato' (Cosac & Naify, 1999) - uma séria de entevistas concedidas por Bacon ao amigo e crítico David Sylvester - , ele rejeita qualquer rótulo expressionista e apresenta uma idéis acerca do realismo: "penso que o nosso sentido de realismo até certo ponto mudou depois do surrealismo - bom, na verdade, depois de Freud, porque tornamo-nos mais conscientes da maneira como o realismo serve de inconsciente". E, ao ser perguntado sobre pinturas que retratam tanto horror, Bacon diz que era a única coisa que podia fazer para competir com o horror do dia a dia.

