Michelangelo Antonioni (Itália, 1912)

Observa-se em sua obra uma resistência ao neo-realismo tão presente no cinema italiano nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial. Diferentemente de seus contemporâneos, cujas obras geralmente tratavam da classe trabalhadora, o trabalho de Antonioni tinha como tema recorrente uma elite nada romantizada.
Entre os mais conhecidos está a 'trilogia da incomunicabilidade', composta por 'A Aventura' (1959); 'A noite' (1960) e 'O eclipse' (1962).
Seu primeiro filme em inglês foi 'Blow up' (1966).
Seu último filme, Eros (2004), foi ralizado juntamente com Wong Kar-Wai e Steven Soderbergh.
Francis Bacon (Dublin, Irlanda, 1909)
Seu trabalho é conhecido pela representação do seu fascínio pelo corpo humano, pelo grotesco e pela transgressão religiosa. No livro 'A brutalidade do fato' (Cosac & Naify, 1999) - uma séria de entevistas concedidas por Bacon ao amigo e crítico David Sylvester - , ele rejeita qualquer rótulo expressionista e apresenta uma idéis acerca do realismo: "penso que o nosso sentido de realismo até certo ponto mudou depois do surrealismo - bom, na verdade, depois de Freud, porque tornamo-nos mais conscientes da maneira como o realismo serve de inconsciente". E, ao ser perguntado sobre pinturas que retratam tanto horror, Bacon diz que era a única coisa que podia fazer para competir com o horror do dia a dia.


Entre os mais conhecidos está a 'trilogia da incomunicabilidade', composta por 'A Aventura' (1959); 'A noite' (1960) e 'O eclipse' (1962).
Seu primeiro filme em inglês foi 'Blow up' (1966).
Seu último filme, Eros (2004), foi ralizado juntamente com Wong Kar-Wai e Steven Soderbergh.
Francis Bacon (Dublin, Irlanda, 1909)
Seu trabalho é conhecido pela representação do seu fascínio pelo corpo humano, pelo grotesco e pela transgressão religiosa. No livro 'A brutalidade do fato' (Cosac & Naify, 1999) - uma séria de entevistas concedidas por Bacon ao amigo e crítico David Sylvester - , ele rejeita qualquer rótulo expressionista e apresenta uma idéis acerca do realismo: "penso que o nosso sentido de realismo até certo ponto mudou depois do surrealismo - bom, na verdade, depois de Freud, porque tornamo-nos mais conscientes da maneira como o realismo serve de inconsciente". E, ao ser perguntado sobre pinturas que retratam tanto horror, Bacon diz que era a única coisa que podia fazer para competir com o horror do dia a dia.

Gerhard Richter (Dresden, Alemanha, 1932)


Richter diz ver a arte como algo que deve ser separado da história da Arte, que a pintura deve centrar-se na imagem, e não referência; no visual, e não na declaração/discurso. Queria encontrar uma forma de pintura que não fosse vinculativa. Confere-se, em sua produção, o trabalho com fotografia, vitrais, pintura figurativa e abstrata.







Nenhum comentário:
Postar um comentário